20 de maio de 2024

Ponto

Quebraram? Quebrei. . Dos cacos uma nova forma. . Será forte? Não sei. . Tampouco será bela . Uma nova forma, . Reconstruindo pedaços sob ela. . Até quando? Não sei. . Quebraram? Quebrei.

11 de janeiro de 2014

A fé para mudar,
a fé em si para acreditar
No mundo...

Cada minuto como se fosse único.
valorizando, aquilo que lhe faz feliz.
A felicidade não está, ela é...

Extraviar os ideais, que lhe são fardos
Livrar-se das coisas que atravancam o caminho.
Abrir-se para a fé,
E para aquilo que é...

A vida, o mundo, um organismo.
Tudo, tudo, tudo... flui. 


6 de julho de 2012


O peso do mundo em minhas costas.
O que hei de fazer,
O que hei de ser?
Um bom emprego, uma boa casa, uma família feliz.
Superar, prosperar, mostrar que você é capaz!
E se não o for?
O que hão de pensar,
O que hão de dizer?
Não quero ser nada além, daquilo que me convém.
Um emprego que goste, uma casa que baste, um individuo consigo feliz.
O peso do mundo em minhas costas.
O mundo que criei e o mundo que a mim impuseram carregar.

22 de junho de 2012

Uma sombra projetada
de figuras desajeitadas.
Um beijo, um vazio.
Com esperança naquilo que já fugiu.

Submerso na grandiosidade de Ser,
revelando-se o sol como Aurora.
Já não basta querer,
é preciso avistar, teimar, sofrer.

É possível transcender?
Tão difícil é crescer!
Quando dei por mim, já estava assim.

Lançado, condenado e só!
No tempo e no espaço
que não cabem na memória, que nos fogem à história...


9 de maio de 2012

Dúvida.



Sinto-me pulsando,
a vida por um sentido.
Onde está a calma que nos convém?
A tranqüilidade que me mantém?
Do cansaço ao erro...
Sem saber como acertar.
Os dias seguem como tentativa
Por algo que valha a pena... viver.
Realizar-se.
É possível uma realização completa?
Estamos sempre para as possibilidades?
Somos para o futuro, pelos sonhos, pela expectativa de algo melhor.
E se o melhor for agora?
Como aproveitar o segundo presente
sem pensar nas implicações futuras?
Como sair do circunstancial?
Como encontrar,
um sentido sem perguntar?

2 de novembro de 2011








Em sua casa inventada, montada.

Pelos buracos da parede de sua alma,

É por ali que flui o vento, o frio!

Carregado de rancor, de sentimentos que ele mesmo desconhece;

Só sabe que tem de sobreviver!

E por isso a casa inventada

E o cavalo, guia sua morada.

Nas ruas, na tv, ele vê...

Tanta beleza, tanta riqueza, tanta felicidade.

E pergunta-se, que é felicidade???

Ele busca todos os dias por ela

Parece que está nas cédulas arrecadadas, arrancadas!

É isso que ele vê...

Com estas, ele compra o pão, o arroz, o feijão.

Felicidade é isto, então??

4 de agosto de 2011


Sem engenho,

Sem rima.

Apenas uma substancia orgânica,

Mecânica.

Um universo de duvidas

Um universo de medos.

Angustias.

Os demônios internos,

Um abismo neste inferno.

Entre guerras e lutas divinas,

A força de ter esperança

Na humanidade.

Na vida.