Por entre prédios e casas
Pedestres e rodovias,
A existência padece
E a solidão lhe faz companhia.
Eram muitos sonhos,
Devaneios, loucuras...
E apenas aquela aprazia
Para lhe afagar amarguras.
Ela não se sabia,
Procurava aprender
Mas sequer entendia
O que realmente era viver.
Pensou ser tudo em vão,
Desejou desaparecer...
Mas o sentimento que possuía,
Naquele momento de nostalgia,
Lhe dizia:
- Não, não! Basta Querer.