2 de novembro de 2011








Em sua casa inventada, montada.

Pelos buracos da parede de sua alma,

É por ali que flui o vento, o frio!

Carregado de rancor, de sentimentos que ele mesmo desconhece;

Só sabe que tem de sobreviver!

E por isso a casa inventada

E o cavalo, guia sua morada.

Nas ruas, na tv, ele vê...

Tanta beleza, tanta riqueza, tanta felicidade.

E pergunta-se, que é felicidade???

Ele busca todos os dias por ela

Parece que está nas cédulas arrecadadas, arrancadas!

É isso que ele vê...

Com estas, ele compra o pão, o arroz, o feijão.

Felicidade é isto, então??