16 de fevereiro de 2011

A lua estava crescendo como sua alma naquela noite repleta de liberdade. De um brilhante amarelo, como seu vestido. Os paradoxos permaneciam no pensamento, a angustia ainda pulsava, mas no entanto nada disso importava. Aquela sensação de estar presente, só e na companhia do mundo inteiro. Com a melodia, sentindo-se parte da introspecta comunicação entre todas as coisas. E desta completude, a certeza que lhe permanecia é de que quando a lua partir, virá o sol, amarelo como seu vestido, brilhando intensamente como sua alma.