Entrego-me à vida, com toda intensidade que a ela cabe. Sem hesitar, entrego-me ao mundo. Inundada em pensamentos, transbordo emoções. Porque havemos de ter medo? De demonstrar ser, de genuinamente existir, de experimentar e sentir. Na esperança de que ao final, este furacão intrínseco à angustia geradora de toda vida mundanamente honesta, torne-se brisa e seja leve, seja doce. Pois de tudo que a vida pode ser e é, esta dor que lhe caracteriza é o resquício de tudo que permanece
3 de janeiro de 2011
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Viver é doar-se ao ato, mas toda doação é resposta a uma solicitação. A força com que agimos depende da intensificação de nossa sensibilidade. Nossa sensibilidade parece responder mais à dor que ao prazer... Por que essa condição de traumatismo do despertar?
ResponderExcluirCRISTIANO CEREZER
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